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SONHOS PREMONITÓRIOS

 

Texto: Wilson Mello Franco      

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Em um site espanhol sobre o enigma dos sonhos, coletei alguns relatos de sonhos premonitórios enviados pelos internautas.

 

Se você já teve um sonho premonitório que se concretizou, e quiser publicá-lo neste site, agradeço sua colaboração. Escreva-me no endereço de e-mail que se encontra aqui.

 

"Faz algum tempo sonhei que estava sentada no banco traseiro de um carro e na frente, junto a um senhor que era meu pai estava uma irmãzinha mais nova. Subitamente o senhor morreu de um ataque cardíaco, com o carro em movimento. Do banco traseiro me estiquei à frente o mais que pude e guiei o carro até o acostamento, até que ele foi parando lentamente, salvando-se eu e a menina.

Isso aconteceu numa noite de sábado e meu marido sempre aos domingos costumava nos levar – nosso filho e eu – a um restaurante para fazermos o desjejum. Tomamos o carro e meu marido ligou o rádio no noticiário, quando de repente escutamos: "De noite uma jovem salvou sua irmãzinha e ela mesma tomando a direção de um carro desde o do banco traseiro, quando seu pai morreu de repente de um ataque cardíaco". Descreveram os procedimentos que ela fez tal como eu havia feito no sonho na noite anterior!"

 

 

"Um dia sonhei que me encontrava numa sala ao lado da mesa do professor e eu via que se encontravam sentados. Recordo perfeitamente no sonho a disposição de todos os objetos da sala, mas por então eu não assistia a nenhum tipo de aula nem tinha pensado em ser professor. Mas dois anos depois decidi tirar carteira de motorista e me matriculei em uma autoescola onde recebi aulas. Um dia, terminando algumas provas, fui entregá-las na mesa do professor e quando me levantei tive essa sensação de "deja-vü", como dizem os franceses, como de já ter vivido essa situação anteriormente. E quando deixei os papéis e me voltei em direção aos que estavam sentados, lembrei-me do sonho e fiz a associação: dois anos antes havia sonhado com todo detalhe esse momento na autoescola. Eu nunca havia estado ali antes, então como é possível a exatidão de detalhes de meu sonho?"

 

 

"Em 23 de dezembro de 1979 dormia muito tranquila junto de meus dois filhinhos, Eddy, de um ano, e Xavier, de dois meses, e despertei porque Xavier se mostrava inquieto. Confortei-o durante meia hora e ele finalmente voltou a dormir. Também voltei para a cama, e então tive um sonho: via que pela manhã, ao levar as mamadeiras aos filhos, encontrei Xavier morto. Vi como gritava de horror e íamos, meu marido e eu, com o menino ao hospital onde confirmaram sua morte. Também aparecia minha família, desolada em dor, no funeral.

   Ao despertar, a primeira coisa que fiz foi dar graças a Deus por ter sido somente um sonho! Estava na minha cama e não num enterro.

    Levantei-me e fui preparar as primeiras mamadeiras para meus filhos e chegando junto do berço de Xavier uma sensação de horror me invadiu. Sem tocá-lo já sabia que meu bebê estava morto. Não me conformo até agora de tê-lo deixado dormir de novo."

 

  SONHOU COM UMA AGRESSÃO MORTAL AO SEU SOBRINHO

 

Em outubro de 1999 tive um sonho: Eu estava por trás de uma grade de aço de uma escola, e do outro lado via um rapaz amarrado à parede por vários jovens que o golpeavam com paus e pedras, sem misericórdia. No sonho eu chorava e via com desespero que a seu lado estavam parados meu irmão e sua esposa, sem fazer nada para ajudá-lo. Eles, apesar dos meus gritos, se limitavam a olhar.

Em dezembro deste mesmo ano, meu sobrinho, filho da parenta antes mencionada, foi atacado com objetos contundentes, em frente de uma escola, deixando-o em estado de coma, morrendo uma semana depois, sem que seus pais pudessem ajudá-lo. Sempre lamentarei o fato de não ter explicado a meu irmão o horrível pesadelo que era uma premonição.

 

SONHOU QUE O PAI IA MORRER

 

Às vezes acontece de eu ter sonhos premonitórios e faz quase oito anos que tive o mais triste de minha vida. Era sobre o meu pai. Era um homem alegre, doente do coração e diabético. Numa quinta-feira foi fazer um check-up na clínica de costume, e o internaram para lhe fazerem exames. Minhas irmãs, minha mãe e eu fomos vê-lo no domingo seguinte. Ele me disse que me queria muito, que nunca esquecesse disso, e que estava muito bem. Na segunda-feira iam lhe dar alta. Voltei para casa no domingo, e essa noite não podia dormir. Quando, por fim, peguei no sono, sonhei: eu me via na saída da clínica, e ele ia saindo. Perguntou-me o que eu fazia ali, e eu lhe disse: "Te esperando para irmos pra casa", ao que ele contestou: "Não minha filha, vou para o outro lado, não me espere mais em casa, só aqui nos voltaremos a nos encontrar, só saí para te avisar, nunca esqueças que te amo", e despertei à 1h30 da segunda-feira, sem entender o que tinha sonhado. Mas às 2h15 chegou uma ambulância em minha casa, e nela estava minha tia, que avisou que meu pai acabara de falecer de uma parada cardíaca.

 

 

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