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® DIREITOS RESERVADOS  Wilson Mello Franco - LEI 9610 dos Direitos Autorais 1998      

 

Doze Sonhos Famosos de Criatividade

e de Invenções

 

 

Ao longo da história, artistas, inventores, escritores e cientistas resolveram problemas por meio de sonhos. Eis alguns deles.

 

 

1. Paul McCartney recebe "Yesterday" em um sonho

 

Paul McCartney é um dos mais famosos cantores-compositores de todos os tempos. De acordo com o Guinness Book (conhecido no Brasil como Livro dos Recordes), a canção Yesterday gravada pelos Beatles em 1965, é a mais executada em todos os tempos, em suas numerosas versões, tendo sido executada na mídia mais de sete milhões de vezes, no século passado. Isso dá uma média de 550 a 600 execuções por dia! – durante todos os dias dos 35 anos seguintes que finalizariam o século XX [Enquanto estava revisando este texto ouvindo rádio, começou a tocar Yesterday, na voz do próprio Paul MacCartney. Sintonize um dia inteiro em uma rádio que toca flashbacks e ouvirá Yesterday pelo menos uma vez, às vezes duas, com diferentes cantores.]

 

Paul conta: “Acordei com uma melodia adorável em minha cabeça. Pensei, Que ótimo, não seria bom saber o que é? Havia um piano arranjado próximo a mim, à direita da cama perto da janela. Saí da cama, me sentei ao piano, as notas foram se juntando numa sequência lógica. Gostei muito da melodia, mas porque eu a tinha sonhado, não pude acreditar que eu a tinha escrito. Pensei: Não, nunca escrevi qualquer coisa assim antes. Mas me liguei que era uma coisa mágica!” 

 

 

2. Frankenstein, inspirado por um sonho de Mary Shelley

 

No verão de 1816, Mary Wollstonecraft Godwin, de 19 anos e seu amante, o poeta Percy Shelley (com quem se casou ainda naquele ano), visitaram o poeta Lord Byron em sua cidadezinha ao lado do Lago de Genebra, na Suíça. Tempos tempestuosos muitas vezes os forçavam a se trancar em casa, onde eles e os outros convidados de Byron às vezes liam um volume de histórias sobre fantasmas. Uma noite, Byron desafiou seus convidados a que cada um escrevesse um livro daqueles. 

A história de Mary, inspirada por um sonho, se tornou Frankenstein. 

 

“Quando coloquei minha cabeça no travesseiro, não dormi, nem poderia ser dito que eu pensava... eu vi - com os olhos fechados, mas numa visão mental clara - eu vi o pálido estudante de arte profana se ajoelhar ao lado da coisa que ele havia montado. Vi o fantasma horroroso de um homem estirado, e então, sob o funcionamento de algum mecanismo poderosa, mostrava sinais de vida, e se movia de modo dificultoso, em um movimento só meio vital. Era imensamente horroroso, diria que era uma tentativa humana de escarnecer do fabuloso Criador do mundo. 

... Fiquei tomada de terror. A ideia então possuiu minha mente e uma excitação de medo me traspassou, e desejei trocar a imagem horrível de minha fantasia por uma ao meu redor. ... Não pude tão facilmente me libertar de meu fantasma horroroso; ainda me assombrasse. Tinha que tentar pensar em qualquer outra coisa. Então me ocorreu que era a minha história de fantasma - minha desagradável história de fantasma, a calhar! Oh! Se eu pudesse inventar uma que assustasse meu leitor como eu tinha ficado assustada naquela noite! 

 

            Tão sedutora era a ideia que me encuquei com ela: 'Achei a história! O que me assustou também assustará os outros; e eu só preciso descrever o espectro que tinha me assombrado em meu travesseiro'. No dia seguinte anunciei que eu tinha pensado em uma história. Comecei naquele dia com as palavras: 'Era uma noite sombria de Novembro' trazendo tão-somente uma cópia dos terrores horrendos de meu sonho à luz.”. 

 

     

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